Queratose pilar (ceratose pilar)

Etiologia:

É um distúrbio de queratinização do folículo piloso.

Fatores associados: atopia, síndrome de Cushing, síndrome de Down, síndrome de Noonan, terapia sistêmica com esteroides, deficiência de vitaminas A, B e E.

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Dados Epidemiológicos:

Ocorre em 3% do adolescentes.

Comum em atópicos.

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Manifestações Clinicas:

Presença de pequenos plugs foliculares e eritema local, há uma sensação de aspereza na pele afetada. Os locais mais acometidos são as porções proximais dos membros e nádegas.

Uleritema ofriógenes é uma variante atrófica em que há eritema e pequenos plugs córneos na porção lateral das sobrancelhas que se estendem medialmente destruindo os folículos pilosos, provocando alopecia cicatricial. O Quadro inicia ao nascimento ou na primeira infância. Quando as bochechas são acometidas chamamos de atrofodermia vermiculata.

A queratose folicular decalvante espinulosa, é uma doença rara, de herança ligada ao X, caracterizada por uma extensa queratose pilar com alopecia cicatricial afetando o couro cabeludo desde a infância, podendo afetar a face, extremidades ou ser generalizada. Fotofobia, opacidade da córnea e queratodermia podem ocorrer.

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Diagnóstico:

Clínico

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Diagnósticos diferenciais:

Pitiríase rubra pilardoença de Darier, frinoderma.

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Tratamento:

Orientar o paciente sobre a benignidade da doença.

Queratolíticos e hidratantes (ácido salicílico, uréia).

Retinoides tópicos e sistêmicos

Análagos da vitamina D.

O quadro tende a amenizar com o passar dos anos.

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