Papilomatose reticulada e confluente de Gougerot e Carteaud

Etiologia:

Incerta.

Muitos autores defendem ser um distúrbio de queratinização adquirido, outros defendem ser uma resposta inflamatória à patógenos (Malassezia furfur, Staphylococcus aureus e P. acnes).

Fatores associados: resistência à insulina, diabete, obesidade, irregularidade menstrual, doenças de tireoide e hipófise.

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Dados Epidemiológicos:

Mais comum em mulheres e pessoas de fototipo alto.

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Manifestações Clinicas:

São placas queratósicas, planas, acastanhadas, confluentes e com aspecto reticulado.

Os locais mais acometidos são o tórax anterior, região epigástrica, pescoço, dorso, ombros e axilas.

A erupção é assintomática ou pouco pruriginosa.

O quadro costuma ser recidivante.

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Diagnóstico:

Clínico, histopatológico.

Histopatológico: presença de hiperqueratose, acantose e papilomatose. Os linfócitos são esparsos, perivasculares e superficiais. Caracteristicamente, a crista epidérmica é bolhosa, claviforme e se projeta ligeiramente para derme papilar com o pigmento em suas bases, dando o aspecto de “pés sujos”.

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Diagnósticos diferenciais:

Acantose nigricante, melanodermia tóxica, pitiríase versicolordoença de Darier.

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Tratamento:

Queratolíticos e anti-fúngicos (tópicos).

Antibióticos sistêmicos (minociclina, doxiciclina, azitromicina).

Retinoides sistêmicos (tratamento de segunda linha).

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