A papilomatose cutânea florida é uma manifestação paraneoplásica, rara, descrita pela primeira vez por Pollitzer em 1891 e nomeada por Schwartz e Burgess em 1978.
Das neoplasias subjacentes, a mais comum foi o adenocarcinoma gástrico, presente em 23% dos casos.
Outras neoplasias associadas: carcinomas do ovário, endométrio, colo uterino, mama, testículo, pulmão, rim, pâncreas, fígado, esôfago, próstata, tiroide, faringe, entre outros.
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Incomum.
23% dos pacientes podem apresentar neoplasia gástrica assintomática.
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A manifestação caracteriza-se pelo surgimento abrupto de múltiplas lesões verrucosas. As lesões iniciam-se nas extremidades, principalmente, no dorso das mãos e punhos, mas podem acometer o tronco e a face. Lesões semelhantes podem surgir em mucosas ocular e oral, bem como em mamilos e aréolas mamárias.
O prurido pode limitar-se às áreas com lesões cutâneas ou ser generalizado.
Alguns pacientes podem manifestar palmas em tripa e acantose nigricante.
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Clínico, podendo ser confirmado com histopatológico.
Devemos investigar neoplasias associadas.
Histopatológico: presença de hiperqueratose, acantose irregular e papilomatose.
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Verrugas, dermatite de contato, elaioconiose, dermatite atópica, líquen plano.
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Tratar a neoplasia subjacente.
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