Nevo spilus (nevo lentiginoso salpicado)

Etiologia:

Neoplasia melanocítica congênita de etiologia desconhecida.

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Dados Epidemiológicos:

Acomete 2 % da população.

Não há predileção por sexo.

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Manifestações Clinicas:

É uma mancha acastanhada que varia de 1 a 4 cm de diâmetro, mas pode medir mais de 20cm e envolver uma extremidade inteira ou metade do corpo. Na superfície da lesão, encontramos múltiplas máculas ou pápulas escuras que dão o aspecto salpicado à lesão. Ocasionalmente, o nevo spilus vem desacompanhado da área acastanhada.

A lesão costuma ter um formato oval, mas pode ter uma configuração como um bloqueio ou segue as linhas de Blaschko. O Tronco e as extremidades são os locais mais acometidos.

A lesão é assintomática.

Existem relatos de melanoma surgindo dentro de um nevo spilus.

O nevo spilus pode ser visto em pacientes com facomatose pigmento-vascular tipo III e IV, assim como na facomatose pigmento-queratótica.

Síndrome do nevo lentiginoso pontilhado: nevo spilus, disestesia ipsilateral, fraqueza muscular ou hiperidrose.

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Diagnóstico:

Clínico, dermatoscopia, histopatológico, microscopia confocal.

Histopatológico: na área acastanhada, encontramos hiperplasia lentiginosa associada à cones epiteliais alongados. Nos pontos escuros, encontramos hiperplasia melanocítica, podendo apresentar características histológicas de nevos juncionais, compostos, dérmicos, azuis, de Spitz e/ou atípicos.

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Diagnósticos diferenciais:

Mancha café com leite, melanose de Beckermelanoma, outras lesões melanocíticas.

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Tratamento:

Acompanhamento devido o risco de evolução para melanoma.

Fotografias são úteis.

Lesões suspeitas devem ser avaliadas histologicamente.

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