Líquen espinuloso

Etiologia:

É um distúrbio de queratinização folicular de etiologia desconhecida.

Fatores associados: atopia, infecções (HIV, sífilis), dermatite seborreica, doença de Hodgkin, doença de Crohn, drogas (omeprazol, ouro, tálio, toxina dftérica e arsfenamina) e ide reação à infecção fúngica.

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Dados Epidemiológicos:

Ocorre em crianças e adolescentes de ambos os sexos.

A idade média de instalação ocorre aos 16 anos de idade.

Pouco mais frequente em meninos.

Não tem preferência por etnia.

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Manifestações Clinicas:

São múltiplas pápulas foliculares agrupadas, cada uma delas com uma espícula queratótica na superfície, dando uma textura semelhante a um ralador de noz-moscada.

As lesões ocorrem em cotovelos, joelhos, dorso superior, pescoço, ombros, abdômen, nádegas, fossa poplítea e dorso das mãos, com padrão de distribuição frequentemente simétrico.

Não apresentam tendência de resolução espontânea e o prurido é inexistente ou muito discreto.

A queratose espinulosa da face (minúsculas espículas queratóticas foliculares da região malar) pode ser uma manifestação do líquen espinuloso.

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Diagnóstico:

Clínico. O histopatológico é inespecífico.

Histopatológico: folículo dilatado preenchido por uma rolha córnea.

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Diagnósticos diferenciais:

Tratamento:

Queratolíticos e emolientes (ácido lático 12%; uréia 10-20%; ácido salicílico 6-8%).

Peelings (ácido glicólico e ácido salicílico).

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