Lipoidoproteinose (doença de Urbach-Wiethe)

Etiologia:

Genodermatose atribuída à mutações do gene ECM1.

Ocorre depósito de substância hialina na pele, cavidade oral, laringe, cérebro, entre outros tecidos.

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Dados Epidemiológicos:

Doença rara.

Não há predileção por sexo.

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Manifestações Clinicas:

A doença manifesta-se na infância, as crianças com lesões em laringe apresentam choro rouco e podem apresentar dificuldades respiratórias.

Na pele, as lesões ocorrem em 2 estágios.

No primeiro estágio, ocorrem vesículas com formação crostas hemorrágicas e cicatrizes acneiformes, na face e extremidades. No segundo estágio, surgem pápulas normocrômicas ou amareladas na pele, sendo característico, a presença de pápulas dispostas em fileiras, simetricamente, em pálpebras. Também ocorrem no pescoço, axilas, cavidade oral, língua, nariz, cotovelos, joelhos e língua.

No couro cabeludo, as lesões podem provocar áreas de alopecia cicatricial.

Alguns pacientes apresentam calcificações cerebrais e sintomas neurológicos.

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Diagnóstico:

Clínico, histopatológico, tomografia computadorizada de crânio (após diagnóstico cutâneo).

Histopatológico: degeneração hialina, com depósito de material hialino PAS-positivo em torno dos vasos e anexos.

Coloração: PAS

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Diagnósticos diferenciais:

Amiloidose sistêmica, líquen mixedematoso, pseudoxantoma elásticoxantomas.

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Tratamento:

Não há tratamento efetivo.

Exérese cirúrgica.

Dermoabrasão.

Há relatos de melhora com isotretinoína e D-penicilamina.

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