A etiologia é incerta.
Alguns autores acreditam que seja uma variante do lúpus eritematoso, da hiperplasia linfoide cutânea ou da erupção polimorfa à luz.
Na Europa, foi associado com infecção por Borrelia burgdorferi.
Existem casos relacionados à fármacos, como inibidores da enzima conversora da angiotensina e acetato de glatirâmer.
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É mais comum em adultos de meia idade.
Não há predileção por gênero.
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O infiltrado linfocítico apresenta- se como pápulas, placas ou nódulos eritematosos, únicos ou múltiplos, infiltrados e assintomáticos. Não há descamação nas lesões.
Algumas lesões assumem um aspecto anular devido a falta de acometimento central.
Os locais mais acometidos são cabeça, pescoço e porção superior do tronco.
Doença de curso crônico, com períodos de remissão e exacerbação.
O estresse emocional foi associado com a piora do quadro.
Não há manifestações sistêmicas associadas.
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Clínico, histopatológico, imuno-histoquímica.
Histopatológico: a epiderme é normal, com pouca evidência de exocitose de linfócitos ou dermatite de interface. Na derme, estão presentes infiltrados linfocíticos superficiais e profundos, principalmente perivasculares, que podem circundar os folículos. Pode haver acúmulo de mucina na derme reticular.
Imuno-histoquímica: positividade para linfócitos T (CD8) e células dendríticas plasmocitoides (CD123).
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As lesões costumam involuir, espontaneamente, dentro de meses ou anos.
Corticoides intralesionais ou tópicos.
Antibióticos orais.
Hidroxicloroquina.
Talidomida 100mg/dia.
Laser de corante pulsado (595 nm).
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