Fibroxantoma atípico

Etiologia:

É um sarcoma de baixo grau de malignidade.

Considerado uma forma superficial do histiocitoma fibroso maligno.

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Dados Epidemiológicos:

Ocorre em pessoas com a pele danificada pelo sol.

Há casos reportados em crianças com xeroderma pigmentoso.

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Manifestações Clinicas:

A lesão se apresenta como um nódulo cupuliforme de crescimento rápido, 1 a 2 cm de diâmetro, com crostas serossanguíneas na superfície e pode apresentar ulcerações e sangramentos.

A cabeça e o pescoço são os locais mais acometidos. Há relatos de acometimento em áreas cobertas.

O prognóstico é favorável.

Recidivas e metástases são raras.

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Diagnóstico:

Clínico, histopatológico, imuno-histoquímica.

Histopatológico: a lesão inicia na derme e pode se estender ao tecido subcutâneo superficial.

O fibroxantoma atípico apresenta um formato polipoide com colarinho periférico, células pleomórficas, fusiformes e multinucleadas, núcleos hipercromáticos, mitoses bizarras e hemorragias variáveis. Na periferia da lesão, encontramos elastose solar.

O tumor não apresenta um padrão de crescimento, embora os padrões fascicular e/ou estoriforme possam ser encontrados. Necrose, infiltração perineural ou linfovascular e acometimento muscular estão ausentes.

Variantes histológicas: de células fusiformes, de células claras, de células granulares, metaplásica (osteoide e condroide) e ricas em osteoclastos.

Imuno-histoquímica (ajuda a diferenciar de outros tumores): negativo para marcadores de melanina e de citoqueratinas.

Há reatividade variável para actina de musculatura lisa, CD68, CD99, procolágeno 1 e CD10.

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Diagnósticos diferenciais:

Carcinoma espinocelularcarcinoma basocelularmelanoma amelanóticogranuloma piogênico, carcinoma de células de Merkel, leiomiossarcoma, histiocitoma maligno superficial.

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Tratamento:

Excisão completa do tumor.

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