Esclerose tuberosa (doença de Bourneville-Pringle)

Etiologia:

Genodermatose de herança autossômica dominante.

Alteração nos genes: CET1 (altera a proteína hamartina), ocorre em 33-50% dos pacientes; e CET2 (altera a proteína tuberina) ocorre em 50-64% dos pacientes.

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Dados Epidemiológicos:

Incidência: 1:10.000.

Acomete ambos os sexos e todas as raças.

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Manifestações Clinicas:

As lesões iniciam na infância.

Sinais maiores: angiofibromas faciais ou placa na fronte, fibromas ungueais, placa Shagreen, 3 ou mais manchas hipocrômicas, hamartomas retinianos, tubérculos corticais, angiomiolipoma renal, nódulos subependimais, astrocitoma de células gigantes subependimal, rabdomioma cardíaco e linfangiomatose pulmonar.

Sinais menores: fibromas gengivais, escavações dentárias, lesões cutâneas em confete, placas acrômicas na retina, cistos renais, cistos ósseos, pólipos no reto, hamartomas não renais, linhas de migração radial na substância branca cerebral.

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Diagnóstico:

Clínico.

Definitivo: 2 sinais maiores ou 1 sinal maior e 2 menores.

Provável: 1 sinal maior e 1 sinal menor.

Possível: 1 sinal maior ou mais que 2 sinais menores.

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Diagnósticos diferenciais:

Tratamento:

Não há um tratamento específico.

O tratamento visa aos órgãos afetados.

Doença potencialmente grave e letal.

Os tumores cutâneos são tratados com cirurgia.

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