Eritrasma

Etiologia:

Infecção crônica superficial da pele.

Agente: Corynebacterium minutissimum, bacilo Gram-positivo.
Fatores associados: clima quente e úmido, falta de higiene, idade avançada, hiperidrose, obesidade, imunossupressão e diabete melito.

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Dados Epidemiológicos:

Ocorre em todas as raças e ambos os sexos.

É mais comum em países de clima tropical.

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Manifestações Clinicas:

São manchas acastanhadas ou eritematosas, bem delimitadas, levemente descamativas, em áreas de dobras (axilas, regiões inframamárias, inguinais e interdigitais).

As lesões são assintomáticas ou levemente pruriginosas.

Uma variante “disciforme” pode ocorrer com uma distribuição mais disseminada fora dos locais habituais, normalmente, associada ao diabete tipo 2.

O eritrasma interdigital é a infecção bacteriana mais comum dos pés e a forma mais frequente da infecção.

Complicações: erisipela, celulite e bacteremia.

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Diagnóstico:

Clínico, bacteriológico direto (bactérias Gram-positivas), lâmpada de Wood (fluorescência vermelho-coral), resultante da porfirina produzida pelas bactérias.

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Diagnósticos diferenciais:

Tratamento:

Terapias tópicas incluem cloreto de alumínio 20%, clindamicina, eritromicina, mupirocina, ácido fusídico, antifúngicos azólicos, e pomada de Whitfield (ácidos salicílico e benzoico).

Eritromicina oral, tetraciclinas, ou dose única de claritromicina (para casos extensos ou recalcitrantes).

Sabonetes antibacterianos para evitar recorrências.

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