Efélides

Etiologia:

Neoplasia melanocítica benigna.

Ocorrem devido o aumento da melanogênese induzida pelo sol e do número elevado de melanossomos completamente melanizados nos queratinócitos.

Variantes do gene que codifica o receptor de melanocortina-1 desempenham um papel no desenvolvimento do cabelo ruivo e das efélides.

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Dados Epidemiológicos:

São comuns em pessoas de cabelos ruivos ou loiros.

Surgem nos primeiros três anos de vida, não estando presentes ao nascimento.

Pacientes ruivos possuem maior risco de desenvolver melanoma.

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Manifestações Clinicas:

Caracterizam-se por pequenas manchas acastanhadas, bem demarcadas e com a forma arredondada, oval ou irregular. Elas costumam apresentar de 1 a 3mm de diâmetro, mas algumas podem ser maiores.

Podem escurecer, aumentar em tamanho e número quando expostas aos raios UV.

As efélides ocorrem em áreas de exposição solar como o rosto, antebraços, tronco superior e pernas. Não ocorrem nas mucosas.

As lesões são assintomáticas.

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Diagnóstico:

Clínico.

Histopatológico: epiderme com aparência normal, melanina aumentada na camada basal, ausência de crescimento lentiginoso da crista epidérmica e número de melanócitos dentro da normalidade.

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Diagnósticos diferenciais:

Lentigo simpleslentigo solarnevo juncional, mancha melânica, neurofibromatose.

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Tratamento:

Tratamento não é necessário, apenas por razões estéticas.

Fotoproteção.

Clareadores tópicos.

Retinoides tópicos.

Peelings químicos.

Lasers.

Criocirurgia.

Obs: despigmentação com métodos destrutivos pode resultar em lesões mais perturbadoras que as próprias efélides.

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