Disidrose é idiopática, não há alteração de glândulas.
Erupções disidrosiformes são atribuídas às ides reações, eczemas de contato e dermatite atópica.
Fatores desencadeantes: infecções fúngicas (tinha de pé, onicomicose, etc.) e bacterianas, estresse emocional, climas quentes, luz solar, imunoglobulinas endovenosa, ingestão de níquel e cobalto.
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Ocorre entre os 20 e 30 anos de idade.
É mais frequente em mulheres.
Comum no verão.
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O eczema disidrótico é caracterizado por vesículas simétricas, firmes, pruriginosas, nas palmas das mãos, porções lateral e média dos dedos e, com menor frequência, nas plantas e dedos dos pés.
O tamanha das vesículas pode variar, quando atinge vários centímetros recebe o nome de “ponfolix”.
Dyshidrosis lamellosa sicca (queratólise esfoliativa): é uma variante sutil que não apresenta bolhas, apenas colaretes descamativos.
Costuma ocorrer em pacientes com hiperidrose palmoplantar.
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Clínico, histopatológico.
Histopatológico: dermatite espongiótica com formação de bolhas intraepidérmicas.
Não há relação com as glândulas.
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Psoríase palmoplantar, dermatite atópica, dermatite de contato, tinha da mão e pé, penfigoide disidrosiforme, linfoma de células T, eritema pigmentar fixo, eritema multiforme e acropustulose infantil.
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Orientar medidas gerais (uso de luvas e uso de meias de algodão).
Hidratantes.
Tratar infecções secundárias.
Corticoides tópicos e sistêmicos. Inibidores tópicos de calcineurina.
Fototerapia (UVB-NB ou PUVA).
Toxina botulínica A.
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