Etiologia incerta.
Fatores associados: tratamento com bleomicina (quimioterápico), consumo e contato ocupacional com cogumelos shiitake.
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Ocorre em 10 a 20% dos pacientes tratados com bleomicina sistêmica.
Existem relatos com o uso tópico de bleomicina.
Dermatite pelo shiitake ocorre com maior frequência no Japão, Finlândia e Europa.
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Surgem manchas hipercrômicas com formatos lineares, atribuídas ao ato de coçar.
As lesões localizam-se em áreas de fácil alcance das mãos. Na hiperpigmentação pela bleomicina, a hiperpigmentação ocorre após a dose acumulada de 100 a 300mg.
As linhas palmares e unhas podem sofrer pigmentação.
Na dermatite pelo shiitake, o quadro inicia com pápulas e vesículas pruriginosas em rosto, couro cabeludo, tronco e membros.
Pode haver sintomas sistêmicos como febre, tosse e calafrios.
A pigmentação ocorre devido ao ato de coçar.
As lesões têm tendência à regressão espontânea em semanas ou meses.
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Clínico e histopatológico.
Histopatológico: presença de espongiose na camada basal, infiltrado linfo-histiocitário e derrame pigmentar.
Na dermatite pelo shiitake podemos encontrar queratinócitos necróticos.
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Hiperpigmentação pós-inflamatória, fitofotodermatite, dermatomiosite, doença de Still, dermatite de contato.
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A pigmentação desaparece após alguns meses.
Anti-histamínico e corticoide tópico (sintomas).
O bom cozimento do shiitake ajuda a prevenir o distúrbio em pessoas predispostas.
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