Cutis verticis gyrata

Etiologia:

Pode ser idiopática (primária) ou secundária a algum distúrbio.

Doenças associadas: acromegalia, mixedema, resistência à insulina, síndromes de Turner, síndrome de Noonan, síndrome do X frágil, síndrome de Klinefelter, amiotrofia neurológica hereditária, esclerose tuberosa, síndrome de hiper-IgE, doença de Graves e paraneoplásico devido a carcinoma metastático.

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Dados Epidemiológicos:

A forma idiopática é encontrada quase que exclusivamente nos homens, com início após a puberdade.

A forma secundária é mais rara e ocorre em ambos os sexos.

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Manifestações Clinicas:

É caracterizada pelo aumento de espessura da pele do couro cabeludo, que progride até formar dobras grosseiras, dando um aspecto cerebriforme à pele acometida.

A cutis vertices gyrata primária pode ser dividida em essencial (isolada) ou não essencial (associada a anormalidades neurológicas).

Na forma secundária, o início pode ser precoce ou tardio, vai depender da etiologia subjacente. Síndrome de cutis gyrata de Beare-Stevenson (mutação do FGFR2): autossômica dominante, cutis verticis em couro cabeludo, testa, áreas pré-auriculares, pescoço, tronco, palmas e plantas, associada a acantose nigricante, craniossinostose e um cordão umbilical proeminente.

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Diagnóstico:

Clínico e investigação, quando necessário.

Histopatológico: colágeno dérmico aumentado em uma pele com aparência normal.

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Diagnósticos diferenciais:

Paquidermoperiostose, nevo melanocítico congênito cerebriforme, neuroma plexiforme, nevo lipomatoso, nevo do tecido conjuntivo, cilindromas agregados, acantose nigricante.

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Tratamento:

Condição assintomática e não exige tratamento.

Manter higiene local.

Cirurgia para melhorar a estética.

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