Acantoma de células claras (acantoma de Degos)

Etiologia:

Etiologia desconhecida.

É uma proliferação epitelial benigna caracterizada pela alta concentração de glicogênio no interior dos queratinócitos.

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Dados Epidemiológicos:

Surge em pessoas de meia idade, com pico entre 50 a 60 anos.

Não há relatos em crianças.

Não há preferência por gênero.
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Manifestações Clinicas:

É uma pápula ou placa eritematosa, redonda e assintomática, semelhante a uma queratose seborreica.

Pode haver vascularização proeminente simulando um granuloma piogênico.

O acantoma de células claras progride lentamente por meses ou anos, porém as lesões não costumam exceder 2cm de diâmetro. Lesões maiores são raras.

Na maioria dos casos, as pernas são os locais acometidos, mas pode ocorrer em face, antebraços, tronco e região inguinal.
As formas disseminadas são divididas em discreta (até 12 lesões) e eruptiva (mais de 30 lesões).

Lesões pigmentadas, polipoides e císticas já foram descritas, mas são raras.

Carcinoma espinocelular já foi relatado associado ao acantoma de Degos.
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Diagnóstico:

Clínico, dermatoscopia e histopatológico.

Dermatoscopia: lesão rosa que apresenta vasos em pontos lineares (colar de pérolas).

Histopatologia: apresenta hiperplasia epidérmica psoriasiforme, com cristas epidérmicas largas. Há queratinócitos ricos em glicogênio e com citoplasma pálido, grande e bem demarcado em relação a epiderme normal adjacente. Pode haver edema, espongiose e infiltrado com coleções de neutrófilos.
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Diagnósticos diferenciais:

Granuloma piogênico, queratose seborreica, dermatofibroma, psoríase, carcinoma basocelular, carcinoma espinocelular e melanoma amelanótico.
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Tratamento:

Exérese da lesão.
Eletrocirurgia.
Crioterapia.
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