A Doença pode estar relacionada a diversos fatores.
Doenças endócrinas: diabete tipo 2, obesidade, dislipidemias, doenças de tireoide, doenças de hipófise, doença de Addison, entre outras.
Fármacos: corticoides, contraceptivos, niacina, ácido fusídico, etc.
Neoplasias: estômago, rins, bexiga, cérvix e linfomas.
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É mais comum em pessoas de fototipo alto, obesos e diabéticos.
Os casos associados a neoplasias malignas são incomuns.
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São placas hipercrômicas, hiperqueratósicas, com a superfície aveludada.
As lesões são assintomáticas.
Localizam-se simetricamente em áreas de dobras (axilas, pescoço, virilhas, fossas poplíteas e anti-cubitais, pés e pálpebras).
Palmas em tripa e papilomatose cutânea florida também podem ser encontradas nos pacientes oncológicos.
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Clínico, podendo ser confirmado com histopatológico.
Devemos investigar doenças associadas.
Histopatológico: hiperqueratose, discreta acantose, papilomatose e aumento de pigmentação na camada basal.
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Papilomatose reticulada de Gougerot-Carteaud, terra firma-forme, doença de Dowling-Degos, síndrome de Haber, hiperpigmentação de Kitamura.
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Tratar a causa subjacente.
Tratamento tópico com ureia, ácido retinoico, ácido salicílico e calcipotriol podem ajudar.
Laser de Alexandrita pode ser empregado.
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