Xantogranuloma juvenil

Etiologia:

Histiocitose não-Langerhans de etiologia desconhecida.

São tumores benignos de histiócitos bem diferenciados na derme, com o passar do tempo, podem apresentar células gigantes tipo corpo estranho e células de Touton.

Alguns autores sugerem uma relação com o citomegalovírus.

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Dados Epidemiológicos:

É a apresentação mais comum das histiocitoses não-Langerhans.

Não há predileção por sexo.

Não há dislipidemia associada.

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Manifestações Clinicas:

O surgimento das lesões é mais comum antes do primeiro ano de vida.

São pápulas ou nódulos, únicos ou múltiplos, vermelho-amarelados, bem delimitados e consistência firme.

As localizações mais comuns são face, pescoço, couro cabeludo e tronco superior.

O acometimento ocular ocorre em 1% dos casos e pode provocar cegueira.

A regressão espontânea ocorre em meses ou anos.

Pacientes com neurofibromatose tipo 1 e xantogranuloma juvenil associados, possuem 20 vezes mais risco de adquirir leucemia mieloide crônica juvenil.

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Diagnóstico:

Clínico, histopatológico.

Histopatológico: presença de infiltrado dérmico de histiócitos lipidizados, células de Touton esparsas, colarete epidérmico, eosinófilos, neutrófilos, linfócitos e fibrose.

Imuno-histoquímica: XIIIa e CD68 positivos.

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Diagnósticos diferenciais:

Urticária nodular, xantomas, histiocitoses de Langerhans, nevo de Spitz, dermatofibroma, histiocitose cefálica benigna.

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Tratamento:

Não há necessidade, pois a resolução é espontânea na maioria dos casos.

Exérese cirúrgica.

Laser de CO2.

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