Síndrome de Birt-Hogg-Dubé

Etiologia:

Genodermatose autossômico dominante.

Proliferação de hamartomas dos componentes mesenquimais e epiteliais do folículo piloso.

Mutação no gene responsável por codificar a foliculina, um supressor tumoral.

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Dados Epidemiológicos:

Síndrome rara.

Não apresenta preferência por raça ou sexo.

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Manifestações Clinicas:

As lesões surgem a partir da segunda década de vida e se manifestam com a tríade cutânea: fibrofoliculomas, tricodiscomas e acrocórdons.

São pápulas, normocrômicas, pedunculadas ou sésseis, assintomáticas, difusamente distribuídas em face, couro cabeludo, orelhas, pescoço e parte superior do tórax.

Podem ocorrer cistos pulmonares, pneumotórax espontâneo e tumores renais, adenoma de cólon, carcinoma medular de tireóide e nevos de tecido conjuntivo.

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Diagnóstico:

O paciente deve apresentar um critério maior ou dois critérios menores para o diagnóstico da síndrome Bith-Hogg-Dubé.

Critérios maiores:

1. Cinco ou mais fibrofoliculomas ou tricodiscomas com confirmação histológica.

2. Mutação patogênica do gene FLCN.
Critérios menores:

1. Múltiplos cistos pulmonares.

2. Tumor renal precoce (< 50 anos) ou multifocal e tumor renal de histologia mista.

3. Parente de primeiro grau com a síndrome.

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Diagnósticos diferenciais:

Verruga plana, síndrome de Cowden, esclerose tuberosa, tricoepitelioma múltiplo, adenoma sebáceo senil.

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Tratamento:

Procedimentos ablativos podem ser úteis.

Laser de CO2 fracionado ou erbium:YAG.

Eletrocirurgia.

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