Dermatite esfoliativa mediada por toxinas epidermolíticas liberadas pelo Staphylococcus aureus fagos grupo II (55 e 71), estes podem ser resistentes à meticilina.
As bolhas ocorrem devido às exotoxinas esfoliativas que hidrolizam a desmogleína 1 (clivagem subcórnea).
O foco infeccioso costuma estar na nasofaringe ou conjuntivas.
Pais, cuidadores e profissionais da saúde podem ser o foco assintomático da infecção.
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A síndrome ocorre em recém-nascidos, lactentes e crianças abaixo de 5 anos de idade.
Têm preferência pelo sexo masculino (2:1).
Há relatos em adultos imunossuprimidos ou com insuficiência renal crônica.
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O paciente costuma apresentar outra manifestação de infecção por Staphylococcus aureus como impetigo, faringite, otite, conjuntivite, etc.
Na pele surge um eritema difuso com presença de bolhas flácidas e disseminadas, mais proeminentes em áreas de dobras.
Pode haver febre e irritabilidade.
Não há o envolvimento de mucosas.
Sinal de Nikolsky é positivo.
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Clínico.
Histopatológico: ocorrem bolhas pauci-inflamatórias com clivagem subcórnea e/ou intra-granulosa, na cavidade da bolha podemos encontrar queratinócitos acantolíticos. Ocorre edema na derme e os vasos superficiais estão ectásicos.
Coloração: Gram (-) a bactéria não é encontrada na bolha.
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Necrólise epidérmica tóxica, síndrome de Stevens-Johnson, pênfigo foliáceo, pênfigo por IgA, impetigo bolhoso, doença de Kawasaki, síndrome do choque tóxico, exantema viral, queimadura solar.
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Suporte hidroeletrolítico e medidas gerais.
Hidratação cutânea
Antibióticos tópicos para descolonização (mupirocina, ácido fusídico).
Antibióticos beta-lactâmicos (cefalexina, dicloxacilina) por 7 dias.
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