Pseudoxantoma elástico

Etiologia:

Genodermatose resultante de mutações no gene ABCC6, no cromossomo 16, que resulta na calcificação das fibras elásticas da pele, olhos e vasos sanguíneos.

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Dados Epidemiológicos:

Doença incomum.

Prevalência: 1 para cada 100.000 habitantes.

Há casos de herança autossômica dominante e recessiva.

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Manifestações Clinicas:

Na pele, observamos pápulas e nódulos amarelados, agrupadas de forma linear, em áreas de dobras, como o pescoço, axilas, fossas anticubitais e poplíteas.

Nos olhos, observamos estrias angioides que podem levar a cegueira. Em alguns casos, as lesões oculares podem preceder as lesões cutâneas.

As lesões vasculares ocorrem em vasos de médios e grandes calibres. Podem ocorrer sangramentos e calcificações (intestinais, cerebrais, cardíacas).

O prognóstico depende da extensão do acometimento vascular e ocular.

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Diagnóstico:

Clínico, histopatológico.

Histopatológico: fibras elásticas aglomeradas, degeneradas, fragmentadas e com acúmulo de cálcio na derme. As fibras colágenas não estão alteradas.

Coloração para cálcio: Von Kossa

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Diagnósticos diferenciais:

Cutis laxa granulomatosa, elastose dérmica papilar.

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Tratamento:

Não há tratamento específico.

Acompanhamento vascular, cardíaco e oftalmológico.

Evitar o tabagismo.

O excesso de pele pode ser removido cirurgicamente.

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