As telangiectasias serão abordadas no mesmo texto.
Telangiectasias representam dilatações de pequenos capilares e vênulas na histologia.
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As telangiectasias aparecem com maior frequência nas mulheres.
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São pequenos vasos dérmicos dilatados, frequentemente, relacionadas com doenças ou síndromes.
Telangiectasia benigna hereditária: múltiplos nevos aranhas em face, pescoço e lábios, herança autossômica dominante, progride lentamente.
Telangiectasia essencial generalizada: múltiplas telangiectasias, sendo mais comum em pernas de mulheres e tem evolução progressiva.
Telangiectasia nevoide unilateral: pode ser congênita (rara e mais frequente nos homens) ou adquirida (mais frequente nas mulheres após puberdade ou gestações).
Angioma serpiginoso: manchas purpúricas de aspecto serpentiforme, é raro, surge na infância e é mais visto em mulheres.
Nevo aranha: pequenas telangiectasias agrupadas, em geral, não passam de 0,5cm de diâmetro. Quando múltiplos podem estar associados com hepatopatias, gravidez e uso de anticoncepcionais orais.
Cútis marmorata telangiectásica congênita: padrão reticulado livedoide e purpúrico com telangiectasias, podendo ser localizado ou difuso. Costuma atenuar com o passar do tempo.
Telangiectasia hemorrágica hereditária (síndrome de Rendu-Osler-Weber): autossômica dominante, presença de múltiplos nevos aranhas com tendência a hemorragias. Ocorrem na face, lábios, língua, dedos, pulmões, trato gastrointestinal e SNC.
Ataxia telangiectásica (síndrome de Louis-Bar): autossômica recessiva, ataxia cerebelar, retardo de crescimento, telangiectasias oculocutâneas, infecções pulmonares, imunodeficiências e desenvolvimento de linfomas.
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Clínico e laboratorial, se necessário.
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Telangiectasia macular persistente, lúpus neonatal, malformações vasculares.
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Laser de corante pulsado (melhor opção para telangiectasias).
Luz intensa pulsada.
Escleroterapia.
Eletrocoagulação.
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