Erupção atópica da gestação

Etiologia:

Atualmente, utilizamos este nome para as seguintes dermatoses: prurido da gravidez, dermatite papulosa da gravidez e foliculite pruriginosa da gestação.

A etiologia é desconhecida, alguns autores sugerem mecanismos atópicos.

A história familiar de atopia e o nível de IgE sérico elevado são achados frequentes.

Assim como na dermatite atópica, durante a fase aguda, predominam as citocinas de padrão TH2.

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Dados Epidemiológicos:

É a dermatose mais frequente da gestação.

Inicia antes do terceiro trimestre em 75% dos casos.

Acomete grávidas com e sem história de atopia.

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Manifestações Clinicas:

O quadro se inicia entre o primeiro e segundo trimestre de gestação.

O prurido costuma ser o sintoma inicial.

Na pele, encontramos xerose, eczemas e pápulas eritematosas foliculares e não-foliculares em face, pescoço, tronco e membros.

Podemos encontrar outros sinais menores de atopia.

As lesões costumam desaparecer em até duas semanas após o parto.

O quadro não apresenta riscos fetais ou maternos.

A doença costuma ser recorrente nas outras gestações.

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Diagnóstico:

Clínico.

O histopatológico é inespecífico.

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Diagnósticos diferenciais:

Escabiosedermatite herpetiformepenfigoide gestacional, erupção polimórfica da gestação, além de outras doenças pruriginosas do período gestacional.

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Tratamento:

Medidas anti-pruriginosas tópicas (uso de pasta d`água).

Anti-histamínicos.

Corticoides tópicos.

Fototerapia UVB-NB.

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