Eflúvio anágeno

Etiologia:

As hastes se desprendem dos folículos pilosos durante a fase anágena do ciclo capilar.

Fatores associados: radioterapia; quimioterapia; infecções graves; drogas (bleomicina, colchicina, metotrexato, vincristina, vimblastina, bussulfan, tiotepa,  etc); intoxicações (mercúrio, arsênico, vitamina A, ácido bórico, bismuto, ouro, tálio); desnutrição proteica grave e doenças endocrino-metabólicas.

O bussulfan e tiotepa podem provocar alopecia permanente.

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Dados Epidemiológicos:

Ocorre em todas as raças e gêneros.

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Manifestações Clinicas:

Perda abrupta e difusa dos cabelos provocando uma alopecia universal.

A queda inicia 1 a 2 semanas após o fator desencadeante, evoluindo com alopecia total evidente após 1 a 2 meses.

O teste de tração é fortemente positivo

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Diagnóstico:

Clínico, dermatoscopia, histopatológico.

Dermatoscopia: pontos pretos, pelos peládicos, e contrições proximais. Alteração da cor da haste pode ser observada.

Histopatológico: folículos em fase anágena distróficos com estrutura irregular e tractos fibrosos disseminados.

Não há necessidade de investigação laboratorial.

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Diagnósticos diferenciais:

Alopecia areata universal, eflúvio telógeno e alopecia androgenética.

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Tratamento:

O ciclo do cabelo costuma voltar ao normal quando o paciente para de se expor ao agente causador.

A repilação pode levar de 3 a 6 meses.

Alopecia permanente tem sido descrita após transplante de medula óssea e tratamento de neoplasia mamárias.

O uso de torniquetes e utensílios de resfriamento é controverso e está contraindicado em neoplasias hematopoiéticas e metástases de couro cabeludo. 

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