Dermatose perfurante de etiologia incerta.
Fatores associados: diabete, insuficiência renal crônica, doenças hepatobiliares, doenças malignas, traumas locais, medicamentos (inibidores TNF-alfa, bevacizumabe, sirolimus, indinavir) e infecções (Staphylococcus aureus, Mycobacterium abscessus, Mucor ssp. e etc.).
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Doença rara.
Acomete mais as mulheres (2:1)
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Presença de pequenas pápulas eritematosas foliculares, com formação de crostas aderentes centrais.
A topografia preferida são os membros inferiores, mas podem afetar as faces extensoras dos membros e tronco.
As lesões são pouco pruriginosas e podem deixar cicatrizes e manchas.
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Clínico e histopatológico.
Histopatológico: ocorre invaginação epidérmica recoberta por tampão córneo composto por queratina e fragmentos basofílicos (não há folículo piloso ou haste fragmentada) resultante da eliminação transepidérmica do material queratinizado. Na derme, o infiltrado inflamatório contém linfócitos e histiócitos.
Coloração: Verhoeff-van Gieson (para excluir elastose perfurante serpiginosa e colagenose perfurante reativa). Na doença de Kyrle não há positividade para colágeno ou fibras elásticas.
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Colagenose perfurante reativa, elastose perfurante serpiginosa, elastose perfurante cálcica, foliculites, líquen plano, psoríase gotada, doença de Darier.
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Nenhum tratamento específico.
Evitar traumas e arranhões na pele.
Queratolíticos (ácido salicílico, ureia 20%).
Corticoides (tópicos, intralesionais e sistêmicos).
Retinoides (tópicos e sistêmicos).
Fototerapia (UVB-NB e PUVA).
Crioterapia.
Eletrocirurgia.
Laser (CO2 e érbio:YAG).
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