Neoplasia cutânea constituída por proliferação atípica de queratinócitos.
É considerado um carcinoma espinocelular in situ.
Fatores de risco: exposição à radiação ultravioleta, PUVA, HPV`s (2,16,18,31,33,34), HIV, tabagismo, químicos (arsênico), líquen escleroso, líquen plano.
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É mais comum acima dos 60 anos de idade.
Mais frequente nos caucasianos de fototipo baixo.
As mulheres são mais acometidas (3:1).
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O início é lento e assintomático.
A lesão é única, raramente, são múltiplas, formada por uma placa eritematosa, com ou sem descamação, bem delimitada, bordas irregulares e pouco infiltradas.
As áreas expostas são as mais acometidas, especialmente, pernas de mulheres idosas.
A lesão pode evoluir para carcinoma espinocelular e provocar metástases.
Lesões pigmentadas ocorrem em até 2% dos casos.
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Clínico, dermatoscopia, microscopia confocal e histopatológico.
Dermatoscopia: lesão rosa, apresentando vasos no padrão “glomerular”.
Histopatológico: atipia de queratinócitos em toda espessura epidérmica, células com núcleos grandes, hipercromáticos, multinucleadas, restritas à epiderme.
Há hiperplasia epidérmica e infiltrado inflamatório mononuclear na derme.
Presença de elastose solar como plano de fundo.
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Psoríase, queratose seborreica (clonal), carcinoma basocelular, queratose actínica, carcinoma sebáceo, doença de Paget, melanoma, cromomicose, verrugas.
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Excisão cirúrgica.
Cirurgia micrográfica de Mohs.
Crioterapia.
Eletrocirurgia e curetagem.
Imiquimode 5%, tópico.
Terapia fotodinâmica com metilaminolevulinato e luz vermelha. 5-fluorouracil a 0,5%, tópico.
Laser de dióxido de carbono.
Radioterapia.
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