Angioqueratoma de Fordyce

Etiologia:

Abordaremos os angioqueratomas no mesmo texto.

São ectasias capilares com presença de hiperqueratose da pele sobrejacente.

Doença de Fabry: deficiência da enzima alfa-galactosidase A.
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Dados Epidemiológicos:

Muda de acordo com o tipo de angioqueratoma.
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Manifestações Clinicas:

Angioqueratoma solitário: pápula verrucosa, vermelho-enegrecida ou azulada, mais comum nas extremidades inferiores, muitas vezes relacionado a trauma local.

Angioqueratoma circunscrito: placas eritematosas ou violáceas com a superfície verrucosa, dispondo-se de maneira linear ao longo das extremidades, unilateralmente. Presente desde o nascimento.

Angioqueratoma de Fordyce: pequenas pápulas eritematosas localizadas em bolsa escrotal, eventualmente em grandes lábios.

Angioqueratoma de Mibelli: autossômico dominante, sendo mais comum em mulheres. São pápulas eritematosas agrupadas em articulações extensoras das extremidades.

Angioqueratoma difuso de Fabry: herança recessiva ligada ao cromossomo X. São múltiplas pápulas vinhosas com crescimento lento e distribuição difusa. A doença pode acometer olhos, rins, sistema cardíaco, neurológico, gastrointestinal, etc.
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Diagnóstico:

Clínico, histopatológico.

Histopatológico: dilatação de vasos dérmicos com discreta hiperqueratose.
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Diagnósticos diferenciais:

Tumores e malformações vasculares.
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Tratamento:

Exérese.
Eletrocirurgia.
Crioterapia.
Laser de argônio.
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