Angiomatose bacilar

Etiologia:

Doença infecciosa, causada pela Bartonella henselae e Bartonella quintana.

Gatos infectados são transmissores de B. henselae.
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Dados Epidemiológicos:

Doença rara, mais comum em pacientes com AIDS e CD4 abaixo de 50 células/mm3. Pode ocorrer em outras situações que diminuam a imunidade do paciente (transplantados, leucemias, etc.).

Acomete ambos os sexos e não têm predileção por raça.
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Manifestações Clinicas:

As lesões cutâneas da angiomatose bacilar são polimórficas, podendo se manifestar como pápulas, tumorações (tipo granuloma piogênico), nódulos subcutâneos e placas endurecidas que podem ser múltiplos ou não. As lesões oscilam de tamanho desde 1mm até vários centímetros.

As lesões são firmes, porém, sangram com facilidade e podem provocar dor.

A angiomatose bacilar pode se manifestar na forma de peliose hepática e esplênica.

Pacientes com B. quintana podem desenvolver lesões osteolíticas.
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Diagnóstico:

Clínico, histopatológico, cultura, PCR.

Histopatológico: encontramos alteração da arquitetura lobular capilar, com neoformação capilar formada por células maiores e poligonais. Ocorre um infiltrado inflamatório com aumento de neutrófilos e restos leucocitoclásticos.

Coloração: Warthin-Starry
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Diagnósticos diferenciais:

Granuloma piogênico, eritema elevado diutino, verruga peruana, sarcoma de Kaposi, angiossarcomas e melanoma amelanótico.
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Tratamento:

Eritromicina, via oral, 2g / dia, por 6-12 semanas.

Doxiciclina 200mg/dia, por 6–12 semanas.

A terapia antirretroviral (HAART) diminui a possibilidade de desenvolver a doença.
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